A conta de luz deve subir novamente em 2026. E não é pouco.
A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica elevou de 8% para 8,6% a previsão de aumento médio das tarifas de energia elétrica neste ano. O percentual supera a inflação projetada para o período e aumenta a pressão sobre os custos de empresas e indústrias.
Com esse cenário, reduzir o consumo ganha ainda mais peso.
Em galpões industriais, centros de distribuição, supermercados e outras edificações com grandes coberturas, uma parte dessa economia pode começar pelo telhado.
As telhas translúcidas permitem aproveitar a luz natural durante o dia e reduzir a necessidade de iluminação artificial em parte do período de operação.
O aproveitamento dessa iluminação, porém, precisa ser bem dimensionado. Tipo de telha, quantidade e disposição das peças interferem diretamente na distribuição da luz e na entrada de calor.
Por isso, a Planefibra trabalha com diferentes alternativas para cada necessidade.
Além das telhas translúcidas convencionais, a empresa fabrica versões brancas leitosas, que favorecem a difusão da luz, desenvolvida com milhares de prismas incorporados à sua estrutura.
Essa configuração permite aumentar em cerca de 30% o aproveitamento da luz natural, com eficiência comparável à das telhas de policarbonato prismático. Ela também proporciona maior conforto visual ao evitar o efeito hot spot, provocado pela concentração excessiva da luz solar em um único ponto.
A escolha da solução deve considerar as características de cada projeto, evitando pontos de luminosidade excessiva e buscando o melhor aproveitamento possível da luz ao longo do dia.
Com a energia mais cara, aproveitar melhor uma fonte disponível gratuitamente todos os dias passa a fazer ainda mais sentido.
E pode representar uma diferença importante na conta no fim do mês.