Compósitos ganham espaço oficial nas coberturas
Produtos e Soluções
26/06/2026

Nos Estados Unidos, uma alteração recente em um formulário técnico da Flórida chamou a atenção da cadeia de coberturas. O documento OIR-B1-1802, usado para verificar características de resistência de residências a furacões, passou a incluir a opção “telha sintética/compósitos” na seção dedicada ao tipo de cobertura.

Com isso, esse tipo de material deixa de aparecer apenas no discurso de fabricantes, instaladores e especificadores. Passa a constar também em um documento oficial utilizado em avaliações relacionadas a seguros e conformidade técnica.

A mudança é relevante porque dá mais clareza ao mercado. O projetista especifica com mais segurança. O instalador ganha argumento técnico. A seguradora entende melhor o que está avaliando. E o consumidor passa a enxergar o compósito com menos estranhamento.

O caso norte-americano envolve telhas de compósito, neste caso termoplástico, para coberturas inclinadas. Mas a discussão conversa diretamente com o que defendemos há anos no Brasil: materiais compósitos de qualidade têm espaço legítimo na construção civil. O poliéster reforçado com fibras de vidro (PRFV) é um bom exemplo.

Popular nas coberturas translúcidas, combina resistência mecânica, leveza, durabilidade e excelente aproveitamento da luz natural. Ainda assim, durante muito tempo carregou uma imagem injusta, muitas vezes associada a experiências pontuais de baixa qualidade.

É esse cenário que a Planefibra vem ajudando a mudar.

Produzimos telhas e domos de PRFV com processo industrial controlado, laminação contínua, proteção UV nas duas faces e atendimento à norma ABNT NBR 16753.

Também investimos em soluções que elevam o desempenho do material, caso das telhas prismáticas Extralux, que ampliam em até 30% o aproveitamento da luz natural, com conforto visual e custo competitivo em relação ao policarbonato.

E a evolução não se limita às coberturas translúcidas. A Planemax, por exemplo, é uma telha opaca em compósito polimérico desenvolvida para ambientes de corrosão intensa, como indústrias químicas, fábricas de fertilizantes e galpões portuários.

Com vida útil mínima de dez anos e manutenção próxima de zero, aparece como alternativa às coberturas metálicas e de fibrocimento em aplicações nas quais a corrosão costuma pesar na conta.

A notícia vinda da Flórida reforça uma discussão cada vez mais importante: compósito não é improviso, nem substituto de segunda linha. Com engenharia, controle de processo e especificação correta, entrega desempenho, durabilidade e previsibilidade em obra.

Fonte: SLEA

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